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Você certamente conhece Iggy Azalea, essa rapper australiana que quebrou todos os recordes com seu estilo único e seu flow cativante. O nome completo dela é Amethyst Amelia Kelly, nascida em 7 de junho de 1990 em Sydney. E, sinceramente, a trajetória dela dá vontade de acreditar!
Você a vê agora, tornando-se uma figura essencial do hip-hop, com sucessos como Fancy que ultrapassaram fronteiras. Mas espere, ela está longe de ter chegado aí por acaso, oh não.
Essa mulher é uma verdadeira mistura de ambições, talentos e perseverança – e sua fortuna comprova isso. A idade dela? Não tão jovem, estamos em 2026 e ela já celebrou seus 35 anos, mas ainda está cheia de energia.
A altura dela também é frequentemente mencionada, como para sublinhar que ela se impõe num universo onde a imagem conta. Vamos lá, vou levá-lo pela história dela, porque Iggy não é só uma rapper, é um verdadeiro fenômeno.
Iggy Azalea: quem é essa rapper australiana que se tornou um ícone mundial?
Iggy Azalea, ou melhor, Amethyst Amelia Kelly, claramente tem uma trajetória bastante atípica. Nascida na Austrália, em Sydney exatamente, essa garota teve uma infância entre a cidade e Nova Gales do Sul, onde seus pais tinham profissões humildes, o pai artista plástico e a mãe faxineira. Nada a destinava a se tornar a estrela do rap que conhecemos hoje, e ainda assim.
Aos apenas 16 anos, ela deixa a Austrália sem olhar para trás, rumo aos Estados Unidos. A família pensava que ela ia de férias, mas ela decidiu ficar mesmo. Ela se estabeleceu em Miami, depois Houston e finalmente Atlanta, onde o hip-hop respira diariamente. Não foi nada fácil, mas sua determinação fez milagres.
O pseudônimo dela? Tirado do nome do cachorro chamado Iggy, combinado com a rua onde cresceu, Azalea Street. Isso já dá uma pequena ideia da personalidade dela, um pouco rebelde, um pouco presa às raízes, mas pronta para tudo para conseguir. No começo, alguns duvidavam, até zombavam do sotaque ou do estilo dela. E ainda assim, ela soube transformar essas críticas em combustível para sua ambição.
No palco ou em seus clipes, ela irradia uma aura especial. A maneira como ela incorpora a cultura hip-hop, apesar da origem australiana, sempre surpreendeu. Mas ela provou que podia se impor num meio muito competitivo, mantendo sua autenticidade.
Antes da fama: os primeiros passos de Iggy Azalea no hip-hop americano
Confesso que o que mais marca na história dela é essa vontade louca que teve desde jovem. Aos 14 anos, ela já escrevia seus primeiros textos, mas não foi garantido. A América, esse grande país do hip-hop, não é fácil de integrar quando se vem da Austrália, especialmente quando se é uma mulher branca.
A chegada dela aos Estados Unidos foi meio como, digamos, mergulhar de cabeça. Sem fortuna, sem conexões, ela teve que lutar para ser ouvida. Os primeiros clipes dela, como Pu$$y ou Two Times, se tornaram virais, foi realmente isso que lançou a carreira. Me impressionou ver como os vídeos dela conseguiram captar o público, misturando provocação e talento cru.
Em 2011, ela lança sua primeira mixtape Ignorant Art. Aí, foi que começaram a falar dela. Poucos meses depois, o rapper T.I. a assinou para seu selo Grand Hustle, e isso mudou tudo. Quase tudo, porque claro, ela ainda precisava navegar entre egos e negócios do meio.
Mas acho que isso reflete bem o caráter dela: ela não desiste, mesmo quando as coisas emperram. Ela sai da Interscope, assina em outro lugar, prova seu valor em palcos pequenos antes de ver o nome dela brilhar nas maiores placas do hip-hop americano.
Carreira musical e sucesso: os hits que marcaram a era Iggy Azalea
Então prepare-se para algumas joias na discografia dela. O primeiro álbum, The New Classic, lançado em 2014, realmente colocou o padrão alto. Aquilo que transforma uma garota da Austrália em estrela mundial. Músicas como Work, Bounce ou o famoso Fancy com Charli XCX, lembra? Esse chegou ao primeiro lugar na Billboard Hot 100, um feito para uma rapper solo na época.
É engraçado lembrar como Fancy foi parodiada em todos os sentidos, virou um fenômeno cultural. Sem falar da colaboração com Rita Ora em Black Widow. Não é surpresa que o primeiro álbum dela tenha sido indicado ao Grammy, mesmo que a imprensa às vezes tenha ficado dividida sobre o estilo dela.
Ela também fez sucesso em premiações, entre American Music Awards, MTV, e BET. Em 2015, a participação dela em Fast & Furious 7 acrescentou outra dimensão à carreira, um pé no cinema. Achei surpreendente vê-la tão confortável na tela grande.
Mas ela não parou por aí: depois de alguns projetos como os EPs Glory e Survive The Summer, ela continua trabalhando em novidades, mesmo que o lançamento do segundo álbum Digital Distortion tenha atrasado. De qualquer forma, ela lança singles como Switch com Anitta, que mostram que ela continua no jogo.
Esse clipe é realmente clássico, um momento chave que marcou toda uma geração, e sempre é um prazer rever.
Outro clássico que mostra bem o começo em grande estilo da rapper, com um flow direto e uma energia incrível.
Vida pessoal e curiosidades: entre amores e escândalos
Bom, não vamos mentir, a vida pessoal de Iggy deu tanto que falar quanto a carreira. A história dela com Nick Young, jogador de basquete dos Lakers, foi muito midiática. Eles ficaram noivos em 2015, mas ao invés de viverem um conto de fadas, a separação em 2016 causou muito barulho, especialmente por um escândalo de infidelidade revelado na internet. Ela foi muito honesta sobre esse momento, o que me tocou sinceramente – isso revela uma força verdadeira.
Ela então teve várias relações, como com o rapper French Montana ou mais tarde com Playboi Carti, com quem teve um filho em 2020, um garotinho chamado Onyx. Desde então, ela cria o filho sozinha, uma responsabilidade enorme, especialmente nessa profissão onde tudo acontece rápido e o estresse é constante.
Também descobri que Iggy teve altos e baixos na carreira como modelo, especialmente por causa dos padrões da indústria. Pediram para ela perder alguns centímetros no quadril, uma coisa louca quando se pensa nisso, mas ela assinou com a Wilhelmina Models e conseguiu impor seu próprio estilo.
E sinceramente, acho muito inspirador ver essa mulher se tornar um ícone fashion mantendo a identidade musical única. A capacidade dela de se recuperar é impressionante.
Pequenos segredos e colaborações recentes para acompanhar
Você ficaria surpreso com as inúmeras colaborações que ela fez! Além de Charli XCX e Rita Ora, trabalhou com nomes como Ariana Grande em Problem, mas também Steve Aoki, Anitta e até French Montana. Honestamente, isso prova que ela sabe se adaptar e continuar relevante.
Quanto a projetos recentes, ela continua ampliando o universo musical, misturando hip-hop e eletrônico, sem perder aquele toque que é assinatura dela. Em 2023, lançou um EP, 4 My Ratz, que agradou os fãs pelo lado mais pessoal e direto.
Para ficar por dentro, o Instagram dela é uma verdadeira mina de ouro para ver as últimas colaborações e momentos de vida, frequentemente compartilhados com muita espontaneidade. Também dê uma olhada no site oficial, alguns conteúdos exclusivos valem muito a pena.
- 🔥 Singles imperdíveis para escutar : Fancy, Work, Bounce, Switch
- 🎤 Colaborações marcantes : Charli XCX, Rita Ora, Ariana Grande, Anitta
- 🌟 Projetos recentes : EP 4 My Ratz, clipes e singles solo
- 📸 Moda e modeling : Embaixadora Levi’s, Wilhelmina Models
- 🎬 Atriz : Pequeno papel em Fast and Furious 7
Um retrato que evolui ao longo dos anos
De Sydney a Los Angeles, a vida dela foi uma longa série de desafios. Todas essas mudanças, essa energia, às vezes um pouco de caos, acho que é isso que a torna humana e cativante. A trajetória dela está longe de ser perfeita, mas é exatamente isso que a faz vibrar.
Então, como você vê Iggy Azalea agora? Para mim, ela é uma artista que soube construir seu espaço enfrentando preconceitos, críticas e obstáculos. Além de uma fortuna merecida, é uma lutadora.
Admiramos sua ousadia, tenacidade e essa capacidade de se reinventar sempre. Ela está na sua época, goste-se ou não do estilo dela, não deixa ninguém indiferente.
A idade dela não a torna uma veterana estagnada, mas sim uma artista no meio da carreira, que continua surpreendendo. Estou curioso para ver o que vem a seguir, porque com ela, nada é completamente previsível.

