Peggy Gou

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Você provavelmente conhece Peggy Gou, essa DJ e produtora sul-coreana que faz os clubes do mundo inteiro vibrarem. Nascida em 3 de julho de 1991 em Incheon, ela mede cerca de 1,63 m e já se impôs como uma figura indispensável da cena eletrônica há alguns anos. O que sempre me impressiona é seu percurso, bastante louco quando se aprofunda um pouco.

No começo, ela não estava necessariamente destinada à música. Filha de um professor escritor e de uma mulher de negócios, Peggy cresceu em um ambiente bastante estável e estudioso. Aos oito anos, ela já tocava piano clássico, mas foi em Londres, para onde seus pais a enviaram para estudar inglês aos 14 anos, que tudo mudou. Foi lá que ela descobriu uma paixão pelo DJing, um pouco graças a um primeiro namorado – sim, a música muitas vezes é uma história de encontros.

Em Berlim, ela decolou, lançando seus primeiros EPs em 2016 e tornando-se a primeira DJ coreana a tocar no famoso Berghain. Para alguém vindo da Ásia, esse clube mítico é um grande desafio. Confesso que isso mostra muito sua coragem e determinação. Além disso, ela não se limita à música: também estilista, criou sua própria marca Kirin, misturando moda e streetwear com muita elegância.

Quer mergulhar mais profundamente no universo dela? Recomendo muito esse ótimo retrato em Pépites Troniques, que relata bem sua ascensão e colaborações que dão uma boa renovada na house e na techno. Vamos, eu te levo para descobrir Peggy Gou, essa estrela em ascensão que virou um fenômeno mundial.

Quem é realmente Peggy Gou: origens e identidade pública

Keept simples, Peggy Gou, cujo nome verdadeiro é Kim Min-ji, é o exemplo perfeito de uma artista que soube unir herança cultural e universo eletrônico global. Nascida em Incheon, seu percurso é marcado por uma viagem constante entre continentes, entre a rigidez asiática e a liberdade berlinense. Essa mistura é muito sentida na sua música, é vibrante, é viva.

Ela hoje tem uma carreira bem estabelecida, mas também um estilo de vida que inspira muitos jovens artistas. Em Berlim, impõe seu estilo entre beats house e techno, e por trás dessa energia de palco, ela também tem uma imagem elegante e gráfica, reforçada por sua marca Kirin. Sua estatura modesta não a impede de lotar os grandes palcos internacionais, honestamente, é impressionante.

Antes de estourar, ela teve um percurso bastante atípico: estudante de moda em Londres, trabalhou como correspondente para Harper’s Bazaar, depois migrou para a música, deixando tudo para se instalar na Alemanha. Só isso já foi um salto de fé total. Ela começou a mixar em Londres, mas foi em Berlim que realmente deslanchou, principalmente graças à sua presença regular em clubes lendários como o Berghain.

Se quer entender melhor o que ela representa, sugiro dar uma olhada em seu site oficial onde você encontra seu universo em moda, música e um pouco da sua filosofia. Ela é uma verdadeira artista no sentido amplo do termo, sempre em busca de autenticidade.

Os começos antes da fama: como Peggy Gou se revelou

Então, sua história antes da fama é bem legal. Ela começa com o piano clássico aos oito anos, o que estabelece uma base musical sólida – mas quem poderia imaginar que o eletrônico seria sua parada? Sua passagem por Londres aos 14 anos é fundamental, foi lá que ela pegou o inglês, mas também o vírus do DJing, realmente por acaso com um amigo que mostrou como mixar em CD. Adoro essa anedota, deixa tudo muito humano.

De volta à Coreia, ela guardou essa paixão escondida, mas foi novamente em Londres que se formou de verdade em produção musical com Esa Williams, um mentor e tanto. Isso lhe deu a base técnica para ir mais longe. Depois, o trabalho na revista Harper’s Bazaar não é pouca coisa, mostra o quanto ela é versátil e ambiciosa, mesmo que a música tenha ganhado no final.

A escolha de Berlim em 2014 é sentida como uma busca por autenticidade. Ela quer estar imersa na cultura eletrônica, no coração da cena mais underground. Ela faz vários bicos em lojas de discos, frequenta o berghain. Onde muitos se perderiam, ela soube conquistar seu espaço e até quebrar barreiras, principalmente como mulher asiática em um meio nem sempre fácil.

Seu primeiro EP em 2016 fez sucesso nos clubes underground e foi realmente ali que ela começou a se destacar. Se estiver curioso, seus primeiros sons são frequentemente encontrados via Shotgun Live, perfeito para captar suas origens musicais. Não hesite em ouvir, sente-se essa vibe única e viciante.

Carreira e sucesso: a superestrela das pick-ups

A carreira de Peggy Gou é um exemplo perfeito de ascensão fulgurante e controlada. Desde seus começos no Berghain até seu status de ícone mundial, ela participou dos festivais mais prestigiosos como Coachella, Primavera Sound ou Tomorrowland. Basicamente, sua música vai muito além dos clubes berlinenses. Em 2019, ela fundou o próprio selo Gudu Records, é aí que sentimos que ela quer realmente escrever sua própria história.

O single (It Goes Like) Nanana, lançado em 2023 pela XL Recordings, foi um verdadeiro estouro, um hit viral especialmente graças às redes sociais. Essa faixa, cheia de energia, contém um sample de 9 PM (Till I Come), um clássico que Peggy remixou com brilhantismo. Confesso que quando ouvi pela primeira vez, não estava preparado, esse groove soava ao mesmo tempo fresco e tão familiar.

Paralelamente à sua música, ela não abandona a cena da moda: sua marca Kirin faz sucesso com linhas streetwear que são ao mesmo tempo descoladas e elegantes, encontradas até nas Galeries Lafayette em Paris. Uma verdadeira mistura de mundos, mais uma vez. Para os fãs, seus milhões de seguidores no Instagram são um verdadeiro vínculo direto com seu universo, e isso transpira sinceridade.

Também podemos falar de suas colaborações marcantes, como com Lenny Kravitz em 2023 ou Kylie Minogue em 2022. Essas misturas de estilos e energias tornam sua discografia ainda mais rica e surpreendente. Ela nunca fica presa a um estilo, ela se move, evolui, e isso a diferencia realmente.

Vida privada e detalhes surpreendentes sobre Peggy Gou

No que diz respeito à vida privada, Peggy Gou se mantém bastante discreta. Não há realmente maridos ou grandes histórias de celebridades, o que é refrescante. Ela parece preferir concentrar sua energia na música e nos projetos de moda. Na verdade, acho isso bem elegante, manter uma parte da intimidade nesse meio superexposto.

Quanto às anedotas, saiba que ela também se envolve bastante contra o sexismo na indústria musical. Em 2018, produziu Shero, uma faixa de apoio para a campanha HeForShe da ONU. Isso mostra um verdadeiro senso de responsabilidade além do simples showbiz, e essa faceta engajada realmente me tocou.

Outro detalhe que me surpreendeu: ela começou na música graças a uma ajuda de um ex-namorado na Coreia. Pequenas coisas assim humanizam, não? Está longe dos percursos bling-bling, estamos diante de uma verdadeira apaixonada que lutou.

Para acompanhar as últimas notícias, recomendo muito seu Instagram @peggygou_, onde ela compartilha um pouco de tudo, de suas turnês a suas inspirações de moda. É uma boa maneira de se sentir um pouco mais próximo dessa estrela que, no entanto, mantém os pés no chão.

Projetos recentes e colaborações exclusivas de Peggy Gou

Em 2023, Peggy explodiu de verdade com o single Nanana que quebrou todos os recordes. Ela também está preparando um primeiro álbum completo previsto para 2024, um verdadeiro evento para sua carreira. Estou pessoalmente ansioso para ver o quanto ela poderá expandir sua criatividade, pois ela nunca foi do tipo que se contenta.

Quanto às colaborações, é um festival de encontros surpreendentes. Ela trabalhou com lendas como Lenny Kravitz e Kylie Minogue, o que envia uma mensagem forte: Peggy não é apenas uma DJ underground, é uma artista universal que atravessa gêneros. Isso é exatamente o que torna seu universo único e absolutamente cativante.

No selo Gudu, ela também promove jovens talentos, o que mostra que sua influência vai além da própria música. É um verdadeiro motor, ela quer transmitir e fazer crescer a próxima geração. Pensando nisso, Peggy Gou é um pouco a voz de uma eletrônica mais aberta e inclusiva.

Para ter uma ideia sonora dessa vibe, nada melhor do que uma pequena sessão ao vivo em seu canal YouTube oficial, onde ela compartilha regularmente seus sets e novidades. Você vai ver, mexe pra valer!

Lista dos momentos-chave da carreira de Peggy Gou

  • 🎧 2016: Primeiros EPs e primeira mulher coreana no Berghain
  • 🌍 Múltiplos festivais internacionais, incluindo Coachella e Glastonbury
  • ✨ 2019: Criação do selo Gudu Records
  • 🎵 2023: Sucesso viral de (It Goes Like) Nanana
  • 👗 Lançamento da sua marca de moda Kirin em 2019
  • 🤝 Colaborações com Lenny Kravitz e Kylie Minogue
  • 💪 Engajamento na campanha ONU Mulheres HeForShe

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